Box para Download de Watchmen (12 Edições)

Chegou a hora de disponibilizar o box para uma das mais aclamadas séries de quadrinhos de todos os tempos: Watchmen!

A série de Alan Moore e Dave Gibbons dispensa comentários então focarei no box. Esse foi feito para a versão publicada em 12 edições, pela Editora Abril, entre setembro de 1986 e outubro de 1987. Eu fiz a arte do box muitos anos atrás e ontem, quando fui preparar o arquivo para trazer para o site, me incomodei um pouco com algumas resoluções e detalhes. Por causa disso dei uma reformulada na arte, focando na melhoria da qualidade de imagens, e estou colocando aqui para download. As fotos presentes no post são da versão original portanto um pouco diferente da que estou postando (A logo da DC foi alterada para a circular e, juntamente com a da Abril, receberam cores diferentes, por exemplo).

Links para download:

SRA3

Nesse formato o box está em uma folha SRA3 (32 x 45 cm), encontrada facilmente em gráficas. A tampa e o fundo ficaram em uma folha A4.

Clique na imagem para baixar

A3

Como alternativa, disponibilizo também em A3, folha mais comum, com o box dividido em duas folhas.

Clique na imagem para baixar

Para dicas de como montar, dê uma olhada no post de A Queda do Morcego pois expliquei em detalhes por lá.

Se gostou dessa iniciativa de liberar os boxes gratuitamente, e quer dar aquele apoio maroto, vem ser nosso padrinho ou madrinha. Tem até recompensas, como poder sugerir boxes, receber alguns impressos em casa e até participar de sorteios!

Se você montar os boxes envie fotos lá na Fanpage!

Comentem aí quais outros boxes querem que eu disponibilize por aqui

Paper Masters 001 – O Que é Papercraft?

Nessa edição de estreia do Paper Masters, o novíssimo podcast da Comic Box, Erick se reúne com Jerônimo e Renato para apresentar o programa e tentar explicar um pouco o que é Papercraft, essa técnica que encanta aos olhos e diverte os pacientes Masters.

Link alternativo para acesso ao programa

COMENTADO NO PROGRAMA:

Paper Replika
Papercraft Museum
Passa o PDO!
Unfold Brasil
Renato Papercraft
Canon Creative Park

FIQUE POR DENTRO:

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Se curtiu o podcast e todo o trabalho do site, disponibilizando boxes gratuitamente para colecionadores, fique à vontade para nos apoiar através do banner abaixo. Sua ajuda no Padrim é muito bem vinda, bem como nas redes sociais compartilhando nossas publicações.

Até a próxima!

Projeto em Andamento de Wolverine (Panini)

Faz tempo que não faço uma postagem de projetos em andamento aqui no site. Um dos apoiadores do Padrim (clique aqui para saber mais) me pediu como recompensa os boxes para a 1ª série de Wolverine, da Panini, publicada em 107 edições. A recompensa dele equivale somente aos cinco primeiros boxes mas já comecei a fazer o trabalho considerando a coleção completa.

Como a lateral dos boxes é sempre o que fica mais visível eu tentei criar algo diferente dessa vez. A ideia foi incluir diversas caracterizações que o personagem teve ao longo de todos os anos, desde o jovem James Howlett até o Velho Logan e o Cavaleiro da Morte. Gostaria de compartilhar com vocês uma prévia para ficarem por dentro. A qualidade da imagem está um pouco reduzida por se tratar de algo preliminar.

Os cinco primeiros boxes de Wolverine devem dar as caras por aqui em breve então, se assim como eu vocês possuem as revistas, já comecem a planejar um cantinho para elas!

Box para Download de Marvel Millennium: X-Men

Estamos de volta com mais um box da linha Ultimate: Marvel Millennium: X-Men!

Esse box é destinado aos dois encadernados publicados pela Panini no início dos anos 2000, que reuniam os primeiros arcos da revista originalmente publicados em Marvel Millennium: Homem-Aranha. Infelizmente tivemos apenas duas edições.

Links para download:

SRA3

Nesse formato o box está em uma folha SRA3 (32 x 45 cm), encontrada facilmente em gráficas. A tampa ficou separada em uma folha A4.

Clique na imagem para baixar

A3

Como alternativa, disponibilizo também em A3, folha mais comum, com o box dividido em duas folhas.

Clique na imagem para baixar

Para dicas de como montar, dê uma olhada no post de A Queda do Morcego pois expliquei em detalhes por lá.

Se gostou dessa iniciativa de liberar os boxes gratuitamente, e quer dar aquele apoio maroto, vem ser nosso padrinho ou madrinha. Tem até recompensas, como poder sugerir boxes, receber alguns impressos em casa e até participar de sorteios!

Se você montar os boxes envie fotos lá na Fanpage!

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Gostaria de falar um pouco sobre Dragon Ball

Nasci em 1989 e, apesar da febre que Cavaleiros dos Zodíaco foi em meados de 1994, eu era muito novo na época. Lembro-me pouquíssimo do anime, imagino por que meus pais também não me deixavam ver muito, então acabei nunca entrando na febre. Nos anos que se seguiram lembro de ter visto Dragon Ball no SBT esporadicamente e, junto com Fly, eu me divertia muito por serem desenhos bem diferentes dos outros que dividiam a programação. Na época eu não fazia ideia do que era anime ou coisas do tipo.

Chegou 2000, fui para a quinta série (atualmente acredito que seja a sexta) e, pela primeira vez, passei a estudar de manhã. A princípio, sem TV por assinatura (só fui ter isso depois de casar), foi meio triste pois todos os desenhos passavam de manhã. Com o tempo consegui compensar isso com meu velho vídeo cassete que gravava, conforme programação que criei, em EP toda a programação de quatro horas da Globo da manhã, mas foi antes disso que Dragon Ball retornou para o meu dia a dia. Sem ter o que assistir eu ficava revezando entre Cinema em Casa e Sessão da Tarde quando, num certo dia, resolvi colocar na Band. E lá estava Dragon Ball Z sendo transmitido, completamente solto na programação da tarde. Demorei um pouco a entender o que estava havendo, visto que eu só conhecia aqueles personagens como crianças, uma vez que o SBT nunca exibiu Dragon Ball completo. Passei a assistir diariamente e logo entendi que se tratava da continuação, Dragon Ball Z, com os personagens adultos, com filhos e etc. Aquilo me fisgou instantaneamente.

Passei a assistir do ponto em que encontrei. Se não engano estavam lutando contra as Forças Especiais Ginyu. Eu não conhecia ninguém que assistia e não haviam revistas falando a respeito então demorou algumas semanas para eu comentar na escola e, ao poucos, fui descobrindo que eu não era o único. Nos meses que se seguiram uma a uma foram surgindo revistas sobre o tema, como AnimeDO e Ultra Jovem que, claro, eu comecei a comprar sempre que via. A experiência foi muito legal pois foi a partir daí que a febre do anime, esquecida após tantos anos do fim de Cavaleiros dos Zodíaco, retornou com força total. A Band criou um programa para exibir seus animes, o Band Kids, a Globo começou a correr atrás do prejuízo, a Conrad começou a lançar os mangás (onde, pela primeira vez, conheci a história de DB completa) e, com o tempo, a febre estava instalada. A onda foi tão forte que, com o tempo, a Globo pegou tudo para ela, exibindo Dragon Ball, Dragon Ball Z (a princípio continuando de onde a Band parou, apesar de ter ignorado a parte do Paikuhan, e depois reexibindo retalhadamente desde o início) e Dragon Ball GT, que nem me dei ao trabalho.
Acabei não comentando sobre Pokémon mas ele, juntamente com Dragon Ball Z, foram as duas pernas que movimentaram essa nova onda de animes no Brasil.

O que eu mais gostava de Dragon Ball era a evolução dos personagens. Goku começara como criança, foi criando amizades, relacionamentos e chegou a ter filhos. Eu me identificava pra caramba com o Gohan, apesar de eu não ser tão chorão (até usava o nick Mystic Gohan no bate papo do UOL). A ideia do pai passando o bastão para o filho era muito legal, o que é concretizado no fim da saga Cell. Infelizmente os fãs não curtiram muito e o Gohan virou um bosta da saga do Boo em diante. Recentemente Dragon Ball Z voltou com força total, graças a fase Super, resgatando os antigos fãs que esperavam, há tempos, retirar o gosto ruim que o GT deixou. E, felizmente, a série tem se mostrado promissora, já tendo ultrapassado os 100 episódios.

No fim das contas me propus a falar sobre Dragon Ball mas meus dedos decidiram transferir para vocês essa minha experiência com a série, relembrando de maneira nostálgica como essa série me influenciou e, imagino eu, também impactou várias pessoas. Acabei escrevendo sobre o que veio à cabeça, então me desculpe se acabou sendo uma propaganda enganosa. Mesmo podendo assistir tudo hoje fica na memória essa época mais simples, onde saíamos da escola para assistir o episódio do dia, nos divertindo ao invés de sermos pseudo-críticos. Eram tempos mais simples, mais divertidos e imensamente saudosos.

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